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Eleições 2026: prazo para tirar ou regularizar título de eleitor termina em 6 de maio
Eleições 2026: prazo para tirar ou regularizar título de eleitor termina em 6 de maio


Eleitoras e eleitores têm três meses para ficar em dia com a Justiça Eleitoral antes do fechamento do cadastro
Eleitoras e eleitores têm até 6 de maio de 2026 para tirar o primeiro título, regularizar a situação eleitoral, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação para participar das eleições gerais deste ano. A partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado para a organização do pleito, conforme determina a Lei nº 9.504/1997.
O 1º turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro, quando estarão em disputa os cargos de deputado federal, deputado estadual, senador (1ª e 2ª vagas), governador e presidente da República.
Atendimentos eleitorais em São Paulo
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, entre janeiro e dezembro de 2025 foram registrados 1.391.736 atendimentos no estado de São Paulo, sendo:
- 514.779 alistamentos (primeiro título);
- 612.820 revisões de dados;
- 264.137 transferências de domicílio eleitoral.
Apenas em janeiro deste ano, foram 202.135 requerimentos, o que levou o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo a reforçar a orientação para que a população não deixe o atendimento para os últimos dias, evitando filas e indisponibilidade de horários.
Quem pode tirar o primeiro título
Podem solicitar o título de eleitor:
- Jovens a partir de 15 anos (voto facultativo apenas se completar 16 anos até a data da eleição);
- Pessoas que nunca se alistaram;
- Eleitoras e eleitores com título cancelado.
São exigidos documento oficial com foto e comprovante de residência. Pessoas do gênero masculino que completarem 19 anos em 2026 devem apresentar também o certificado de quitação militar.
Atendimento presencial e on-line
O TRE-SP recomenda agendamento prévio para atendimento presencial nos cartórios eleitorais, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.
Os serviços também estão disponíveis no Autoatendimento Eleitoral, desde que a pessoa tenha a biometria cadastrada. Quem solicita o primeiro título pela internet deve comparecer ao cartório em até 30 dias para a coleta biométrica. O serviço on-line será interrompido 30 dias antes do prazo final, para garantir o cumprimento dessa etapa.
Regularização e multas
Quem tiver o título cancelado deve solicitar revisão ou transferência e quitar eventuais multas, no valor de R$ 3,51 por turno em que deixou de votar ou justificar. O pagamento pode ser feito via Pix, cartão de crédito ou boleto bancário.
Todos os serviços eleitorais são gratuitos, exceto as multas previstas em lei.
Justiça Eleitoral
- Prazo final: 6 de maio de 2026
- 1º turno: 4 de outubro de 2026
- Agendamento: obrigatório para atendimento presencial
- Central de Atendimento ao Eleitor: 148
- Canais digitais: Autoatendimento Eleitoral, chatbot Lina (site e WhatsApp do TRE-SP)
A Justiça Eleitoral reforça que manter o título regularizado é essencial para garantir o direito ao voto e evitar restrições administrativas, como impedimentos para emissão de documentos e participação em concursos públicos.
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Investimentos em saneamento em SP crescem 120% após privatização da Sabesp


Aportes alcançam R$ 15,2 bilhões e marcam maior volume da história do setor no estado
Os investimentos em saneamento básico no Estado de São Paulo atingiram R$ 15,2 bilhões em 2025, o maior volume já registrado, segundo dados oficiais. O valor representa um crescimento de 120% em relação ao ano anterior, quando os aportes somaram R$ 6,9 bilhões. O aumento ocorre após a desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo do Estado de São Paulo em julho de 2024, com o objetivo de acelerar a universalização do acesso à água e ao esgoto tratado.
De acordo com o governo estadual, a meta é antecipar a universalização do saneamento para 2029, quatro anos antes do prazo estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento.
Avanço na coleta e no tratamento de esgoto
Em pouco mais de um ano após a privatização, a Sabesp informou ter reduzido em cerca de 22% o volume de esgoto lançado sem tratamento adequado na Região Metropolitana de São Paulo. No fim de 2023, esse passivo era estimado em 63 bilhões de litros por mês — o equivalente a aproximadamente 25 mil piscinas olímpicas.
A redução representa cerca de 5.500 piscinas olímpicas a menos por mês de esgoto sem tratamento chegando ao meio ambiente, resultado da aceleração das obras de coleta e tratamento, com impacto direto sobre mananciais estratégicos como os rios Tietê, Guarapiranga e Billings.
Metas de universalização superadas
Segundo dados divulgados pela companhia, em 2025 foram superadas todas as metas previstas de universalização do saneamento nas 371 cidades atendidas:
- Acesso à água:
664.161 novos imóveis atendidos, equivalente a 152% da meta, beneficiando cerca de 1,8 milhão de pessoas. - Coleta de esgoto:
781.464 imóveis atendidos, correspondendo a 133% da meta, com mais de 2,1 milhões de beneficiados. - Tratamento de esgoto:
1.372.105 imóveis passaram a contar com esgoto tratado, atingindo 134% da meta, o que representa cerca de 3,7 milhões de pessoas.
O ritmo das obras é apontado como um dos principais indicadores dessa fase. Atualmente, a média é de 2.400 domicílios conectados por dia. Para comparação, o Programa Novo Rio Pinheiros levou cerca de três anos e meio para conectar 650 mil domicílios.
Obras e geração de empregos
A Sabesp informou manter mais de 1.100 frentes de obras em andamento. Apenas em 2025, foram entregues:
- 16 estações de tratamento de esgoto
- Quase 800 quilômetros de grandes tubulações, incluindo redes, coletores-tronco e interceptores
Segundo dados institucionais, a cadeia de obras e serviços ligados ao saneamento gerou cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos no período.
Tarifa controlada e mecanismos de estabilidade
Apesar do aumento expressivo dos investimentos, a tarifa de água e esgoto permaneceu sob controle regulatório. A revisão tarifária aplicada no período foi de 6,11%, correspondente à inflação acumulada em 16 meses de contrato.
A tarifa de referência calculada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo ficou 15% abaixo do valor estimado caso a empresa ainda operasse sob controle estatal.
Após a desestatização, as tarifas sociais e para população em situação de vulnerabilidade tiveram redução de 10%, enquanto as tarifas residenciais comuns caíram 1% e as comerciais e industriais, 0,5%.
De acordo com o governo estadual, a estabilidade tarifária é garantida pelo uso de recursos do Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento (Fausp) e por mecanismos contratuais que permanecem válidos até o alcance da universalização.
A desestatização da Sabesp prevê R$ 70 bilhões em investimentos até 2029, incluindo áreas rurais e regiões informais passíveis de regularização. O modelo adotado estabelece metas obrigatórias, fiscalização regulatória e mecanismos de controle tarifário ao longo do contrato.
Segundo informações oficiais, o volume recorde de investimentos marca uma nova fase do saneamento paulista, com foco na ampliação do acesso, proteção ambiental e antecipação das metas de universalização previstas em lei.
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Estado de São Paulo registra recorde histórico de feminicídios em 2025, apesar da queda em outros crimes
Estado de São Paulo registra recorde histórico de feminicídios em 2025, apesar da queda em outros crimes


O Estado de São Paulo registrou em 2025 o maior número de feminicídios desde o início da série histórica, iniciada em 2018. Ao todo, 270 mulheres foram vítimas desse tipo de crime, o que representa um aumento de 6,7% em relação a 2024, quando foram contabilizados 253 casos. Os dados são oficiais e constam no sistema da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).
O feminicídio é tipificado no ordenamento jurídico brasileiro como homicídio qualificado, previsto no artigo 121, §2º, inciso VI, do Código Penal, e caracteriza-se pela morte de mulheres em razão da condição de gênero, especialmente em contextos de violência doméstica, familiar ou discriminação.
Contradição nos indicadores criminais:
O crescimento dos feminicídios ocorre em contraste com a redução de outros crimes graves no estado. Em 2025, os homicídios dolosos caíram pelo terceiro ano consecutivo, totalizando 2.438 casos, uma redução de 3,1% em comparação com 2024 (2.517 registros).
Os latrocínios (roubo seguido de morte) também atingiram o menor índice desde 2001, com 129 ocorrências em 2025, frente a 166 no ano anterior, o que representa uma queda de 22,2%.
Apesar da tendência de queda no acumulado anual, houve aumento pontual no mês de dezembro:
- Homicídios dolosos: 244 casos em dezembro de 2025 (seis a mais que em dezembro de 2024);
- Latrocínios: nove registros em dezembro de 2025, ante seis no mesmo período do ano anterior.
Crimes sexuais apresentam leve redução:
Os casos de estupro registraram queda discreta no acumulado anual. Em 2025, foram 14.443 ocorrências, contra 14.579 em 2024.
No recorte mensal de dezembro:
- 1.088 registros em 2025, frente a 1.096 no mesmo mês de 2024.
Mesmo com a redução numérica, especialistas alertam que os crimes sexuais apresentam alta subnotificação, o que exige cautela na interpretação dos dados.
Roubos e furtos atingem menores patamares históricos
Os roubos em geral alcançaram o menor nível da série histórica:
- 161.310 ocorrências em 2025, queda de 16,7% em relação a 2024.
Outros indicadores relevantes:
- Roubos de veículos: queda de 21% no ano (25.031 casos);
- Roubos de carga: redução de 26,3%, com 3.470 registros;
- Furtos em geral: 549.973 casos, leve queda frente a 2024;
- Furtos de veículos: redução de 7%, com 87.334 registros.
Do ponto de vista jurídico e de políticas públicas, o aumento dos feminicídios evidencia um descompasso entre a redução da criminalidade geral e a eficácia das políticas de prevenção à violência de gênero.
A Constituição Federal, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e a própria Lei do Feminicídio impõem ao Estado o dever de:
- Prevenir a violência contra a mulher;
- Garantir rede de proteção efetiva;
- Atuar de forma integrada entre segurança pública, saúde, assistência social e Judiciário.
O crescimento desses crimes indica a necessidade de reavaliação das estratégias de prevenção, acolhimento e resposta estatal, especialmente no âmbito doméstico e familiar, onde se concentram os casos de feminicídio.
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Influenciadora afirma ter sido excluída de grupo escolar por vestimenta e levanta debate sobre limites e direitos das famílias
Influenciadora afirma ter sido excluída de grupo escolar por vestimenta e levanta debate sobre limites e direitos das famílias


A influenciadora digital Juju Ferrari, de 37 anos, afirmou ter sido excluída de um grupo de WhatsApp ligado à escola de um de seus filhos após críticas relacionadas à roupa que utilizava ao levá-los para a aula. O episódio foi relatado por ela nas redes sociais e reacendeu o debate sobre liberdade individual, padrões de comportamento impostos às mães e os limites da atuação institucional no ambiente escolar.
Mãe de cinco filhos Tiago (16), Maria Eduarda (6), Antonella Maria (4), Antônio (3) e da recém-nascida Maria Catarina Juju transformou sua rotina familiar em um reality digital intitulado “Juju +5”, no qual registra o cotidiano da maternidade sem edição ou idealização.
Maternidade real como conteúdo digital
No primeiro vídeo do projeto, a influenciadora mostra uma manhã comum em sua casa: filhos sendo chamados, mochilas sendo organizadas, atrasos, improvisos e decisões tomadas em tempo real. O registro expõe a dinâmica caótica típica de famílias numerosas e serve como pano de fundo para a proposta do reality, que, segundo Juju, busca mostrar a maternidade como ela acontece de fato.
“Quando você cria cinco filhos, a vida não é organizada o tempo todo. É barulho, correria e improviso, e isso também é maternidade”, afirmou.
Exclusão de grupo escolar e questionamentos jurídicos
Segundo Juju Ferrari, a forma como se veste para levar os filhos à escola foi alvo de comentários críticos por parte de outros responsáveis, culminando em sua exclusão de um grupo de comunicação ligado à instituição. A justificativa apresentada teria sido o uso de roupas consideradas “inadequadas”.
Do ponto de vista jurídico e de compliance educacional, o caso levanta questionamentos relevantes:
- Grupos de WhatsApp escolares não substituem canais oficiais de comunicação institucional;
- A exclusão de responsáveis pode configurar tratamento discriminatório, dependendo do contexto;
- A legislação educacional não prevê controle sobre vestimenta de pais ou responsáveis, salvo em situações excepcionais ligadas à segurança ou ao funcionamento da escola;
- O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura o direito à convivência familiar e ao acesso à educação sem constrangimento indevido às famílias.
Especialistas em direito educacional costumam destacar que normas internas devem ser claras, formalizadas e aplicadas de forma isonômica, evitando julgamentos subjetivos ou morais.
Pressão social sobre mães no ambiente escolar
A influenciadora afirmou que o episódio reflete uma cobrança constante sobre o comportamento materno, especialmente no ambiente escolar.
“Quem tem um filho já sabe que o tempo é curto. Imagina quem tem cinco. A gente sai de casa do jeito que dá, tentando dar conta de tudo”, relatou.
A exposição do caso também toca em um ponto sensível do debate público: a expectativa social sobre a imagem das mães, frequentemente mais rigorosa do que a aplicada a pais ou responsáveis do sexo masculino.
Exposição e responsabilidade:
Ao levar o tema para as redes sociais, Juju afirma que não busca provocar a instituição ou outras famílias, mas expor situações que considera comuns e pouco discutidas.
“Não é sobre provocar. É sobre mostrar como a vida realmente acontece”, concluiu.
O caso ilustra como conflitos cotidianos podem ganhar dimensão pública no ambiente digital, reforçando a importância de protocolos institucionais claros, comunicação responsável e respeito aos direitos individuais, especialmente quando envolvem crianças e ambientes educacionais.
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Enchentes e doenças: conheça os riscos à saúde e saiba como se proteger


As chuvas intensas do verão continuam provocando enchentes e alagamentos em diversas regiões do Brasil. Além dos prejuízos materiais e do risco imediato de acidentes, a água contaminada que se espalha pelas ruas representa uma séria ameaça à saúde pública.
Quando a água da chuva se mistura com esgoto, lixo e resíduos urbanos, aumenta significativamente o risco de transmissão de doenças infecciosas, como leptospirose, hepatite A e infecções gastrointestinais. Também cresce a possibilidade de surtos de dengue e outras arboviroses, favorecidas pelo acúmulo de água parada após as enchentes.
Água contaminada é vetor de doenças graves
Segundo especialistas em infectologia, rios, córregos e galerias pluviais nas áreas urbanas ainda apresentam altos níveis de poluição. A presença de urina de roedores, coliformes fecais, bactérias e vírus transforma a água dos alagamentos em um meio altamente contaminante.
A leptospirose, por exemplo, é transmitida principalmente pela urina de ratos presente na água e no barro das enchentes. A doença pode evoluir para quadros graves, com insuficiência renal, hemorragias e comprometimento pulmonar, exigindo atendimento médico urgente.
Já a hepatite A, causada por um vírus presente em dejetos humanos, é transmitida por via fecal-oral e pode levar à inflamação do fígado, com risco de complicações severas em determinados casos. As doenças diarreicas, comuns após enchentes, surgem quando alimentos ou água potável entram em contato com fezes e esgoto.
Sintomas exigem atenção imediata
Os sinais iniciais dessas infecções podem ser confundidos com outras viroses, o que aumenta o risco de agravamento. Entre os sintomas mais frequentes estão:
- Febre
- Diarreia
- Náuseas e vômitos
- Dores musculares intensas
- Cólicas abdominais
- Calafrios
- Olhos avermelhados
Em situações mais graves, podem ocorrer hemorragias, presença de muco ou sangue nas fezes e tosse com sangue. Qualquer pessoa que tenha tido contato com água de enchente e apresente esses sintomas deve procurar atendimento médico o quanto antes.
SAÚDE E ENCHENTES
Como reduzir riscos durante e após alagamentos
Embora o ideal seja evitar completamente o contato com água de enchente, nem sempre isso é possível. Por isso, alguns cuidados são essenciais:
DURANTE A ENCHENTE
- Evite andar descalço em áreas alagadas
- Use botas e luvas de borracha, se precisar circular por locais inundados
- Evite contato direto com água e lama
APÓS A ENCHENTE
- Lave bem as mãos com água e sabão
- Desinfete superfícies e objetos que tiveram contato com a água suja
- Ferva a água antes de consumir ou utilize hipoclorito de sódio
- Descarte alimentos que tiveram qualquer contato com a água contaminada
- Fique atento a sintomas e procure atendimento médico ao primeiro sinal
PREVENÇÃO
- Mantenha a vacina contra hepatite A em dia
- Elimine focos de água parada para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti
- Colabore com ações de limpeza e descarte correto de lixo
Atenção às arboviroses após as chuvas
Outro risco associado às enchentes é o aumento de casos de dengue, zika e chikungunya. As poças e recipientes com água acumulada criam ambientes ideais para a reprodução do mosquito transmissor.
Especialistas alertam que qualquer pequena quantidade de água parada já é suficiente para a proliferação do inseto, tornando fundamental a atuação conjunta da população e do poder público no controle dos criadouros.
Saúde pública e resposta rápida salvam vidas
As enchentes reforçam a importância da vigilância sanitária, do acesso rápido aos serviços de saúde e da informação de qualidade. Identificar os riscos, adotar medidas preventivas e buscar atendimento médico sem demora são atitudes fundamentais para reduzir complicações e salvar vidas.
Governo anuncia corte de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares


Redução atinge emendas não obrigatórias do Congresso e integra ajuste fiscal previsto no Orçamento de 2026
O Governo Federal do Brasil anunciou o corte de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares não obrigatórias previstas no Orçamento de 2026. A medida integra o processo de ajuste das contas públicas e impacta recursos indicados por parlamentares para execução de projetos e ações em diferentes áreas.
De acordo com informações divulgadas em 30 de janeiro de 2026, o corte incide sobre emendas que não possuem execução impositiva, ou seja, aquelas cuja liberação depende de decisão do Executivo. O ajuste ocorre durante a consolidação do Orçamento e reflete a necessidade de adequação fiscal diante das metas estabelecidas para o próximo exercício.
As emendas parlamentares são instrumentos utilizados por deputados e senadores para direcionar recursos a estados, municípios e entidades. No entanto, parte desses valores pode ser revista durante a tramitação orçamentária ou na fase de execução, especialmente em cenários de restrição fiscal.
A redução de recursos pode afetar projetos locais financiados por emendas, sobretudo em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional. Para o governo, a medida é apresentada como necessária para preservar o equilíbrio das contas públicas e garantir a execução das despesas consideradas prioritárias.
No âmbito do Congresso Nacional, o tema tende a gerar debate entre parlamentares, que acompanham a recomposição ou redistribuição dos recursos ao longo da execução orçamentária.
Serviço ao leitor:
O acompanhamento da execução do Orçamento da União pode ser feito por meio de portais oficiais de transparência, que detalham a destinação e a liberação de recursos federais, incluindo emendas parlamentares.
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