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Enchentes e doenças: conheça os riscos à saúde e saiba como se proteger


As chuvas intensas do verão continuam provocando enchentes e alagamentos em diversas regiões do Brasil. Além dos prejuízos materiais e do risco imediato de acidentes, a água contaminada que se espalha pelas ruas representa uma séria ameaça à saúde pública.
Quando a água da chuva se mistura com esgoto, lixo e resíduos urbanos, aumenta significativamente o risco de transmissão de doenças infecciosas, como leptospirose, hepatite A e infecções gastrointestinais. Também cresce a possibilidade de surtos de dengue e outras arboviroses, favorecidas pelo acúmulo de água parada após as enchentes.
Água contaminada é vetor de doenças graves
Segundo especialistas em infectologia, rios, córregos e galerias pluviais nas áreas urbanas ainda apresentam altos níveis de poluição. A presença de urina de roedores, coliformes fecais, bactérias e vírus transforma a água dos alagamentos em um meio altamente contaminante.
A leptospirose, por exemplo, é transmitida principalmente pela urina de ratos presente na água e no barro das enchentes. A doença pode evoluir para quadros graves, com insuficiência renal, hemorragias e comprometimento pulmonar, exigindo atendimento médico urgente.
Já a hepatite A, causada por um vírus presente em dejetos humanos, é transmitida por via fecal-oral e pode levar à inflamação do fígado, com risco de complicações severas em determinados casos. As doenças diarreicas, comuns após enchentes, surgem quando alimentos ou água potável entram em contato com fezes e esgoto.
Sintomas exigem atenção imediata
Os sinais iniciais dessas infecções podem ser confundidos com outras viroses, o que aumenta o risco de agravamento. Entre os sintomas mais frequentes estão:
- Febre
- Diarreia
- Náuseas e vômitos
- Dores musculares intensas
- Cólicas abdominais
- Calafrios
- Olhos avermelhados
Em situações mais graves, podem ocorrer hemorragias, presença de muco ou sangue nas fezes e tosse com sangue. Qualquer pessoa que tenha tido contato com água de enchente e apresente esses sintomas deve procurar atendimento médico o quanto antes.
SAÚDE E ENCHENTES
Como reduzir riscos durante e após alagamentos
Embora o ideal seja evitar completamente o contato com água de enchente, nem sempre isso é possível. Por isso, alguns cuidados são essenciais:
DURANTE A ENCHENTE
- Evite andar descalço em áreas alagadas
- Use botas e luvas de borracha, se precisar circular por locais inundados
- Evite contato direto com água e lama
APÓS A ENCHENTE
- Lave bem as mãos com água e sabão
- Desinfete superfícies e objetos que tiveram contato com a água suja
- Ferva a água antes de consumir ou utilize hipoclorito de sódio
- Descarte alimentos que tiveram qualquer contato com a água contaminada
- Fique atento a sintomas e procure atendimento médico ao primeiro sinal
PREVENÇÃO
- Mantenha a vacina contra hepatite A em dia
- Elimine focos de água parada para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti
- Colabore com ações de limpeza e descarte correto de lixo
Atenção às arboviroses após as chuvas
Outro risco associado às enchentes é o aumento de casos de dengue, zika e chikungunya. As poças e recipientes com água acumulada criam ambientes ideais para a reprodução do mosquito transmissor.
Especialistas alertam que qualquer pequena quantidade de água parada já é suficiente para a proliferação do inseto, tornando fundamental a atuação conjunta da população e do poder público no controle dos criadouros.
Saúde pública e resposta rápida salvam vidas
As enchentes reforçam a importância da vigilância sanitária, do acesso rápido aos serviços de saúde e da informação de qualidade. Identificar os riscos, adotar medidas preventivas e buscar atendimento médico sem demora são atitudes fundamentais para reduzir complicações e salvar vidas.
Governo anuncia corte de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares


Redução atinge emendas não obrigatórias do Congresso e integra ajuste fiscal previsto no Orçamento de 2026
O Governo Federal do Brasil anunciou o corte de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares não obrigatórias previstas no Orçamento de 2026. A medida integra o processo de ajuste das contas públicas e impacta recursos indicados por parlamentares para execução de projetos e ações em diferentes áreas.
De acordo com informações divulgadas em 30 de janeiro de 2026, o corte incide sobre emendas que não possuem execução impositiva, ou seja, aquelas cuja liberação depende de decisão do Executivo. O ajuste ocorre durante a consolidação do Orçamento e reflete a necessidade de adequação fiscal diante das metas estabelecidas para o próximo exercício.
As emendas parlamentares são instrumentos utilizados por deputados e senadores para direcionar recursos a estados, municípios e entidades. No entanto, parte desses valores pode ser revista durante a tramitação orçamentária ou na fase de execução, especialmente em cenários de restrição fiscal.
A redução de recursos pode afetar projetos locais financiados por emendas, sobretudo em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional. Para o governo, a medida é apresentada como necessária para preservar o equilíbrio das contas públicas e garantir a execução das despesas consideradas prioritárias.
No âmbito do Congresso Nacional, o tema tende a gerar debate entre parlamentares, que acompanham a recomposição ou redistribuição dos recursos ao longo da execução orçamentária.
Serviço ao leitor:
O acompanhamento da execução do Orçamento da União pode ser feito por meio de portais oficiais de transparência, que detalham a destinação e a liberação de recursos federais, incluindo emendas parlamentares.
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Anvisa amplia regras para cannabis medicinal e autoriza manipulação em farmácias


Nova resolução expande vias de uso, amplia perfil de pacientes e permite produção e manipulação no país sob prescrição médica
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou uma resolução que atualiza o marco regulatório das terapias à base de cannabis no Brasil, ampliando o acesso de pacientes, autorizando novas formas de administração e permitindo a manipulação desses produtos em farmácias, desde que haja prescrição individual.
A norma revisa regras em vigor desde 2019 e resulta de processo de Análise de Impacto Regulatório conduzido pela agência. Entre as mudanças, estão a ampliação das vias de administração permitidas que passam a incluir, além das formas oral e inalatória, as vias bucal, sublingual e dermatológica.
Segundo a Anvisa, as decisões se basearam em evidências científicas que indicam benefícios farmacocinéticos, como maior biodisponibilidade dos canabinoides nas vias bucal e sublingual, ao evitar o metabolismo hepático inicial, e menor risco sistêmico na via dermatológica.
Ampliação do perfil de pacientes
A resolução também altera os critérios para o uso de produtos com concentração de tetrahidrocanabinol (THC) acima de 0,2%. Antes restrito a pacientes em cuidados paliativos ou com condições irreversíveis ou terminais, esse uso passa a ser permitido também para pessoas com doenças debilitantes graves, conforme avaliação médica.
A mudança amplia o alcance terapêutico desses produtos e atende demandas de pacientes com quadros clínicos complexos que não se enquadravam nos critérios anteriores.
Impacto social e debate sobre custos
Entidades da sociedade civil avaliam que o avanço regulatório representa um passo relevante, mas destacam que o acesso econômico permanece como desafio central. Para Autistas Brasil, a ampliação normativa precisa ser acompanhada de políticas públicas que enfrentem o alto custo dos tratamentos.
De acordo com a entidade, terapias à base de cannabis costumam integrar cuidados contínuos, especialmente em casos associados a epilepsias, distúrbios do sono, ansiedade, dor crônica e sofrimento psíquico, o que torna o preço um fator decisivo para a adesão ao tratamento.
Produção, manipulação e autonomia nacional
Outra mudança relevante é a autorização para que farmácias de manipulação produzam medicamentos à base de cannabis mediante prescrição individualizada. A norma também permite a importação da planta ou de seus extratos para fins de fabricação nacional, o que pode contribuir para redução de custos e maior autonomia produtiva no setor farmacêutico.
Comunicação e publicidade
No campo da comunicação, a resolução flexibiliza parcialmente a divulgação desses produtos. A publicidade, antes vedada, passa a ser permitida de forma restrita, exclusivamente para profissionais prescritores, limitada às informações de rotulagem e aos materiais informativos previamente aprovados pela Anvisa.
Especialistas e entidades de pacientes avaliam que o alcance social da nova norma dependerá da implementação de políticas complementares que garantam preços acessíveis, estímulo à produção nacional e inclusão de populações que dependem desses tratamentos de forma contínua.
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Santas Casas debatem desafios financeiros e estruturais com o governo federal


Reunião abordou reajuste da Tabela SUS, endividamento do setor e financiamento para hospitais filantrópicos
Os desafios financeiros e estruturais das Santas Casas e hospitais filantrópicos foram discutidos em audiência institucional realizada em 28 de janeiro de 2026 entre representantes do setor e o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. O encontro contou com a participação da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) e teve como foco a sustentabilidade econômica da rede filantrópica vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com a Fehosp, a pauta incluiu o cumprimento da Lei nº 14.820/2024, que prevê reajuste anual da Tabela SUS conforme a disponibilidade orçamentária do Ministério da Saúde. Também foram discutidas as condições de crédito oferecidas pela Caixa Econômica Federal, especialmente os juros praticados e a possibilidade de ampliação do prazo de pagamento dos financiamentos, atualmente limitado a 60 meses, para até 180 meses.
Outro tema abordado foi a participação das Santas Casas no mutirão de cirurgias eletivas realizado por hospitais filantrópicos no âmbito do programa Agora Tem Especialistas.
Participaram da reunião representantes da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), o deputado federal Antonio Brito, autor do projeto que deu origem à Lei nº 14.820/2024, e Gustavo Guimarães, chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos.
O Ministério da Saúde publicou no fim de 2025 uma portaria autorizando a liberação de R$ 1 bilhão para Santas Casas e hospitais filantrópicos. Desse total, R$ 800 milhões foram destinados a reajustes contratuais via municípios, e R$ 200 milhões ao aumento do Teto da Média e Alta Complexidade (Teto MAC). Desde a sanção da Lei nº 14.820/2024, o setor recebeu o segundo reajuste previsto.
Segundo a Fehosp, o endividamento crescente das instituições filantrópicas compromete a capacidade de ampliação da oferta de procedimentos e a adesão a programas de redução de filas. A entidade defende que a revisão das dívidas e a ampliação do Teto MAC são medidas necessárias para garantir melhor remuneração dos serviços prestados e continuidade do atendimento à população usuária do SUS.
Em manifestação institucional, o diretor-presidente da Fehosp, Edson Rogatti, destacou que a sustentabilidade financeira é condição essencial para a qualidade assistencial e que o diálogo com o governo federal é fundamental para a construção de soluções conjuntas para o setor.
Serviço ao leitor:
Gestores e entidades filantrópicas podem acompanhar atos normativos do Ministério da Saúde, especialmente portarias relacionadas ao Teto MAC e aos reajustes da Tabela SUS, além de programas federais voltados a financiamento e mutirões assistenciais. As informações estão disponíveis nos canais oficiais do governo federal.
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Suspeito é preso após furto em unidade de saúde em Diadema


Ocorrência em UBS foi atendida pela Polícia Civil; caso segue sob apuração
Um suspeito foi preso após um furto registrado em uma unidade básica de saúde (UBS) no município de Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo, em 27 de janeiro de 2026. A informação foi divulgada pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, responsável pelo atendimento da ocorrência.
De acordo com a Polícia Civil, a prisão ocorreu após diligências relacionadas ao furto cometido no interior da unidade de saúde. O suspeito foi localizado e encaminhado para os procedimentos legais cabíveis. As circunstâncias do fato e a eventual participação de outras pessoas permanecem sob investigação.
O caso ganhou atenção pública por envolver um indivíduo com histórico de exposição midiática, elemento que não altera os procedimentos legais adotados pelas autoridades nem substitui a apuração técnica dos fatos.
Furtos em equipamentos públicos, como unidades de saúde, afetam o funcionamento dos serviços e a segurança de usuários e profissionais. A atuação policial nesses casos busca coibir a reincidência e preservar o atendimento à população.
Andamento da apuração:
Segundo a corporação, o suspeito permaneceu à disposição da Justiça após o registro da ocorrência. A investigação segue para esclarecer a dinâmica do furto e a responsabilidade penal, conforme o devido processo legal.
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Haddad passa a ser tratado como principal opção do PT para o governo de São Paulo
Haddad passa a ser tratado como principal opção do PT para o governo de São Paulo


Desempenho eleitoral em 2022 e ausência de nomes competitivos no estado intensificam articulações internas para 2026
Mesmo declarando publicamente que não pretende disputar eleições em 2026, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a ser tratado internamente como a principal alternativa do PT para a disputa pelo governo de São Paulo. O movimento ocorre no contexto das articulações nacionais do partido e do governo federal para estruturar palanques considerados estratégicos no maior colégio eleitoral do país.
De acordo com informações divulgadas por veículos da imprensa nacional, dirigentes do PT e integrantes do Palácio do Planalto avaliam que a ausência de um nome competitivo em São Paulo pode fragilizar a estratégia eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual campanha à reeleição.
Internamente, o partido trabalha com a leitura de que a candidatura de Haddad ao Palácio dos Bandeirantes, em 2022, teve papel relevante no desempenho de Lula no estado na disputa presidencial. Naquele pleito, Haddad foi derrotado por Tarcísio de Freitas, mas obteve votação expressiva, enquanto Lula ampliou significativamente o total de votos em São Paulo em comparação com 2018.
Impacto político
A avaliação predominante entre aliados do governo é que, mesmo diante da dificuldade de vitória contra o atual governador, uma candidatura competitiva ao governo paulista pode evitar uma reeleição confortável em primeiro turno, cenário considerado desfavorável ao projeto nacional do PT.
Nesse contexto, lideranças governistas discutem a possibilidade de escalar ministros com maior densidade política para disputas estaduais estratégicas, formando um conjunto de opções para governo, vice-governadoria, Senado e suplências. Entre os nomes mencionados nas conversas internas estão Simone Tebet, Marina Silva, Márcio França e o vice-presidente Geraldo Alckmin.
Dinâmica interna do governo
Segundo interlocutores do Planalto, caberá ao presidente Lula a decisão final sobre a composição das chapas, mas o governo tem adotado uma estratégia de ganhar tempo, mantendo as conversas em aberto enquanto busca evitar a fragmentação do campo político alinhado ao governo federal.
Haddad, por sua vez, tem reiterado que prefere atuar na coordenação da campanha presidencial e na formulação do programa de governo. Em declarações públicas, o ministro afirmou não descartar o diálogo com o partido e com o presidente, mantendo aberta a possibilidade de reavaliação de sua posição conforme o avanço do calendário eleitoral.
Pressões públicas e bastidores
A defesa mais explícita do nome de Haddad partiu do ministro da Educação, Camilo Santana, que afirmou, em entrevista à imprensa, que a eventual candidatura do ministro da Fazenda deve ser compreendida como parte de um projeto nacional, e não como decisão individual.
Ao mesmo tempo, aliados do governo avaliam que mudanças no cenário político paulista, como a desistência de Eduardo Bolsonaro de disputar o Senado, podem influenciar a composição das chapas e as estratégias para fortalecer a presença governista no estado.
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CDHU abre inscrições para o festival musical “Raízes da Zona Leste”


Chamamento gratuito valoriza artistas da Zona Leste e moradores de conjuntos habitacionais; apresentações acontecem em abril de 2026
São Paulo, 26 de janeiro de 2026 A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano abriu nesta segunda-feira (26) as inscrições para o festival Raízes da Zona Leste CDHU em busca de novos talentos musicais, iniciativa que busca revelar e valorizar artistas da Zona Leste da capital e moradores de conjuntos habitacionais da Companhia. A participação é gratuita e o prazo para inscrição vai até 22 de fevereiro de 2026.
O festival integra o projeto Zona Leste Somos Nós, que amplia a atuação da CDHU para além da política habitacional, incorporando ações de inclusão social, fortalecimento comunitário e valorização cultural nos territórios onde a Companhia está presente.
A proposta é reconhecer a produção artística local como ferramenta de identidade, expressão social e transformação urbana, dando visibilidade a talentos que muitas vezes não encontram espaço nos circuitos tradicionais da indústria cultural.
Quem pode participar
Podem se inscrever:
- artistas solo, duplas, bandas, grupos musicais ou corais;
- representantes dos gêneros Funk, Trap, Gospel, Pagode e Samba;
- artistas com vínculo comprovado com a Zona Leste há mais de 5 anos;
- moradores de conjuntos habitacionais da CDHU, em qualquer região da cidade.
Para validar a inscrição, os participantes devem enviar vídeos de performance, material autoral com referências às questões sociais e urbanas da Zona Leste e documentação exigida no edital.
Os selecionados na primeira fase se apresentarão em abril de 2026, em evento promovido pela Companhia.
Ao incentivar a produção cultural periférica, o festival promove acesso à cultura, reconhecimento de talentos locais e fortalecimento de vínculos comunitários, especialmente em territórios historicamente marcados pela desigualdade de oportunidades.
A iniciativa reforça a cultura como instrumento de cidadania, pertencimento e desenvolvimento social, conectando arte, território e políticas públicas.
Serviço ao leitor
Festival: Raízes da Zona Leste CDHU em busca de novos talentos musicais
Inscrições: de 26 de janeiro a 22 de fevereiro de 2026
Quem pode participar: artistas da Zona Leste e moradores de conjuntos da CDHU
Gêneros: Funk, Trap, Gospel, Pagode e Samba
Inscrição: gratuita
Onde se inscrever: www.cdhu.sp.gov.br
Edital: disponível no site da CDHU
Apresentações: abril de 2026
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